Arquivo para a categoria 'Entre colchetes'

Dadaísmo

O Vinil Literário não morreu e, por conseqüência, a escriba também não. De certo, eu não tenho muita aderência com explicações. Então não acho justo justificar o meu sumiço. Faz tempo que não escrevo por aqui, mas não reclamem: o arquivo deste blog tem mais de 250 posts absolutamente irresistíveis – segundo a minha mãe, Dona Augusta.

No mais, ‘Lisztomania’ não saiu dos meus ouvidos. E eu pretendo continuar ouvindo Phoenix até os guris tocarem de novo aqui na Tropicália ou alguém me mandar pra Paris. Eu vou adorar.

Vive la resistance

2010 feelings. Porque da próxima vez que eu ver o Étienne de Crécy, das duas uma: ou vai ser na França ou em Londres.

Insônia:

Los Angeles tem lá os seus talentos.

Le magique:

- What to do when one has done everything? Read everything, drunk everything, eaten everything?

Stereolab em doses periódicas. E indo muito bem, obrigada.

Last dance

- If this is the last dance, if this is the last dance. Then save it for me baby!

Programa de indie

- And so you’re back from outer space. I just walked in to find you here.

Finalmente (de novo). Teremos Cake no Brasil, caros. 16 de novembro, segunda-feira, no Via Funchal. Além da banda americana, o Indie Rock Festival também traz Gogol Bordello e Mombojó.

ps: sem querer pedir muito, mas bem que podiam trazer Dandy Warhols conforme prometido ano passado. Afinal, de festival sem palavra e desorganizado, o nosso país tá bem servido.

_update: uma salva de vaias pra organização inútil do Indie Rock Festival. Cake não vem mais ao Brasil. Teremos Super Furry no lugar.

Desaniversário:

Pouco mais de um ano de Vinil Literário e vinte e dois da escriba. Mas, como ambos não se importam tanto assim com datas, a gente prefere desaniversariar.

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