Arquivo para Fevereiro, 2009

#16 via piauí

  • Nos eixos
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(Sangrocito)

Particularmente, gosto quando algum diretor que também é ator se lança na frente das câmeras. A atividade desse diretor no que tange a interpretação sempre termina em algo devastador: para o bem ou para o mal. A gente pode se apaixonar pela atuação e aclamar o diretor por conta disso ou a gente acaba por se esvair numa opção mais infeliz e acha que o trabalho do cara não adianta absolutamente nada: nem pra dirigir, nem pra contracenar.

É por essas e outras razões que entendo porque Sean Pean aceitou ser Harvey Milk nos cinemas em ‘Milk – A voz da igualdade’. O filme, aliás, promete estréia em solo tupiniquim neste março mas você já consegue adiantar o viés opinativo da coisa e se contextualizar um pouco sobre o que existe por trás das histórias de ‘Milk’ nas páginas 48, 49 e 50, da piauí de número 29.

Impressiona por não querer impressionar

Noruega afro-beat e melodramática.

Na minha garagem

thesubways

Ainda não descobri a ligação existencial que possuo com a Inglaterra e com o Velho Continente todo de modo geral – quando souber, prometo avisar. Entretanto, o vínculo musical é mais fácil de destacar.

Para não entrar em questões de mainstream e citar nomes obviamente citáveis tipo Beatles, Coldplay e Radiohead, aproveito pra incluir nesse post bandas um tanto quanto despretensiosas que, embora tenham uma turnê agradável e um clã consideravelmente fiel, permanecem num intuito à la ‘banda de garagem’.

The Subways, por exemplo. Certeza que o Billy e o Josh (que são irmãos, aliás) ainda mantém contato com os amigos que moram no interior. Se não mantém, pelo menos, não escondem que a história toda da banda começou com os dois fazendo cover do Nirvana em cidades pequenas. Depois, Charlotte veio pra finalizar o trio e pra ser a noiva do Billy.

O mesmo meio que aconteceu com os caras do Stereophonics (banda preferida, ever). Eles começaram também como covers, mas como se fossem uma banda adolescente, em clubes pequenos.

Enquanto o Doves teve início quando os irmãos Williams conheceram Goodwin. Os meninos acabaram por se tornar amigos, tocar juntos, e ‘que tal ir lá em casa pra gente tirar um som?’. Feito. Não demorou muito e os três começaram a produzir. De certo que com o nome ‘Doves’ ia demorar um pouco mais, porém o trio já estava pronto. Até vale citar ‘There Goes The Fear’ – que tem barulho de cuíca no final da música, inclusive. Você pode até não saber que essa música é do Doves mas a probabilidade de já ter ouvido-a é imensa.

O fato é que essas bandas ditas de ‘garagem’ vêm sendo reconhecidas continuamente visto o acréscimo do público e, principalmente, a qualidade do que produzem. Na minha garagem, os três grupos mencionados têm espaço garantido. E a cerveja fica por minha conta.

Lego sadomasoquista

lego

Duas anedotas:

  1. Folião que é folião não se joga só no carnaval;
  2. Brincar pode ser perigoso.

Literatura – Mares de escuridão

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(Tatiana Yuri Hirata)

Um sábio de nosso tempo moderno certa vez disse: ‘Swimming is not a sport; swimming is a way to keep from drowning. That’s just common sense!’ (Nadar não é um esporte; nadar é uma maneira de não se afogar. Isso nada mais é que senso comum!’).

Pensei profundamente nas reais intenções de meu blog quando ouvi essa pitada de famigerado humor. Não só intriguei-me pelas entranhas de uma porrada de textos em qualquer página da web, mas refleti sobre o real significado desse tipo de realização.

Todos que possuem certa publicidade de pensamento têm, à primeira instância, lógica ambição de fama e escalada social. Não há nada de errado com isso. Só porque sou uma típica tentativa de intelectualidade no meio de toda uma massa que, em sua maioria, não se interessa pelo que tenho a dizer, não significa que sou dono de virtudes emocionais para saber lidar de uma maneira pura com todo o materialismo do mundo real.

(o mar de escuridão continua por aqui)

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É carnaval quase termina lá fora, mas ainda existe pleno interesse em escritos como os do Pedro via seu FuckedUp. Vida longa ao blog, caro!

#14 via piauí

  • Meet Me In The Bathroom

toilets

Talvez os banheiros no Canadá sejam aconchegantemente limpos e agradáveis de serem usados, daqueles que a gente entra primeiro com o nariz, inspira um aroma tipo fresh (o que já indica limpeza e zelo), e vê uma série de bibelôs. Cute. Desse modo, o trabalho final fica efetivamente agradável.

Agora pressuponha uma situação um pouco inversa: calor de 39 graus. Você está em viagem pelo México e decide desbravar o  deserto local. Empolgação a parte, o seu estômago toma lembrança da porção generosa de nachos consumida na noite anterior. Simples, só procurar o banheiro mais próximo e partir p/ livramento. Feito. Mas, no caminho, o único banheiro que você encontra fica no meio de vários cactos. E a privada, a propósito, também foi feita com alguns deles. Alguma escolha?

Motivadas pelos banheiros de seu país, as canadenses Sian James e Morna E. Gregory – respectivamente uma fotógrafa e uma psicóloga-escritora – saíram mundo afora a procura dos banheiros de todo o mundo. Com todo o material obtido nessas viagens, as duas produziram um livro.

De página em página, chega a ser cômica a percepção que ainda temos de uma casa-de-banho (denominação lusitana para banheiro). Em suma, não podemos nos limitar à crença que visualiza um vaso sanitário, um chuveiro, e uma pia.  Existem muitas outras possibilidades para isso que chamamos de banheiro.

Organograma

Puns involving hell, leia-se ‘demônios musicais’ + badass misspellings + pointless misspellings + faulkner references + animals + metal + death + religion + deadly things + the ocult + medieval (…)

Isso é Led Zeppelin, de acordo com a idéia deste chart.

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