Gosto de ler textos de quem sabe o que fazer com as palavras. Me dá vontade de escrever também. O que é bom. Ainda mais quando a denominação acadêmica Trabalho de Conclusão de Curso apareceu na minha vida com promessa de fazer algo muito próximo de um vendaval.
Vá lá. Não que eu queira dominar o mundo com prosa – apesar de ser um bocado tentador alcançar tamanha proeza -, mas admito que quero dominar um pedaço do mundo desses caras que escrevem esses textos tão apetitosos. E, claro, ter um alento nesse momento tão ‘TCC’.
Contudo, uma vez, detentora de parte do universo irremediavelmente interessante de criaturas tão iluminadas, o que mais eu poderia esperar?
1) Dialogar tête-à-tête com Vanessa Barbara;
2) Trocar perguntas e respostas com Nelson Botter;
3) Passar uma noite agradabilíssima com Marcelo Costa, aproveitar a deixa pra falar de R.E.M., e gravar tudo (tudinho);
4) Ter o adorável Thiago Ney disposto a ser ‘interrogado’;
5) Receber um e-mail carinhoso do Milton Jung;
6) Questionar Pollyana Ferrari como se fosse uma aula particular.
Tanto apetite me fez escolher por todas as alternativas. Ainda bem. Graças a esses distintos-queridos, a teoria saiu do papel, ganhou corpo, e partiu da mente bulicaz onde se abrigava.
_ressalva: tá, mas o que vem a ser bulicaz mesmo?